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Em Medjugorje, alcancei uma cura impossível para a medicina!
Postado em 15/03/2017, às 15:26:51
 
À primeira vez que me ajoelhei em oração, diante do quadro, ouvi uma voz que não era do meu pensamento, que me disse: “Os seus braços não estão vazios!”

Premetto vem de uma família na qual a única católica era a minha mãe, mas era sempre impedida de frequentar por meu pai e, com o tempo, tornei-me ateia. Na realidade, acreditava em Deus, mas recusava todos os Dogmas da Igreja.

Minha mãe morreu em 12 de julho de 2004. E em 12 de julho de 2008, recebo o telefonema do amigo de meu filho Alessandro, informando-me que ele havia caído de um paraquedas de uma altura estimada entre 35 e 50 metros, e que tinha sido levado para o Hospital Maggiore, em Bolonha, Itália, em estado gravíssimo: estava morrendo!

Imediatamente, partimos, meu marido e eu.

Aquele foi o início da minha conversão. Não fazia nada além de rezar o Pai-nosso e Ave-Maria. E prometi que, se ele se salvasse, iria a Lourdes.

Chegamos a Bologna, e quem nos recebeu foi a doutora da reanimação. Estavam operando o Alessandro na cabeça, mas a hemorragia cerebral era tão grande que nos tiraram toda a esperança. E eu continuava a rezar… Talvez, sem convicção, talvez por que não podia fazer nada além disso, mas continuava.  Então, Alessandro sai da sala de operações com metade da caixa craniana, sedado, mas não nos dão esperança. Por três dias e três noites, não saímos daquele corredor da reanimação, sem dormir e nem comer. Depois, alguém nos disse que, no décimo segundo andar, havia a capelinha do hospital que se tornou a minha casa por todo o ano que viria. Eu rezava principalmente diante do quadro de Nossa Senhora da Vida.

À primeira vez que me ajoelhei em oração, diante do quadro, ouvi uma voz que não era do meu pensamento, que me disse: “Os seus braços não estão vazios!”

Acredito que qualquer um que tenha filhos compreenda o que isto significa. Depois de um mês, Alessandro foi declarado fora de perigo, mas com o diagnóstico terrível de “estado vegetativo”; e os médicos não me deram nenhuma esperança que ele acordasse. E eu continuava a rezar.

Depois de quatro meses tentando recuperá-lo, mesmo com poucas expectativas dadas pelos médicos, na “Casa dos Despertares”, sempre em Bologna. Eu vivia ali, ao lado do meu filho, de dia e de noite, e não o deixava só nem por um instante.

Depois de três meses, já era janeiro de 2009. Em abril do mesmo ano, acordo pela manhã com um pensamento fixo: ‘Devo ir até Medjugorje!’ Deu-me um pouco de medo, pois não sabia como levaria o Alessandro. Mas, eu tinha prometido de ir a Lourdes. E eu não sabia nada sobre Medjugorje; apenas tinha ouvido falar através de alguém, e não sabia de quem.

Continuava a pensar. Disse ao meu marido e ele me respondeu: “Vá!” O que eu faria ali? Era um santuário como qualquer outro! Nunca tinha viajado sozinha, e era impensável ir sozinha! Liguei para uma agência de viagens e encontrei um voo até Dubrovnik (Croácia). Aluguei um carro, a pensão e, depois de 3 dias, cheguei sozinha, em 8 de maio de 2009. Cheguei em Medjugrje e fui para a frente da igreja: rezei, rezei, rezei… Por três dias, fiquei ali, porque não sabia nada de Medjugorje, da estátua do Cristo Ressuscitado, da Colina das aparições, da montanha da Cruz. Não sabia nem mesmo que Nossa Senhora estava ainda aparecendo e que existiam os videntes: nada!

Mas, Nossa Senhora sempre pensa em tudo. Assim, Ela me fez encontrar uma pequena senhora anciã gentil que, na última hora, do último dia da minha peregrinação, fez-me conhecer tudo o que eu deveria saber. Obrigada, Nossa Senhora! Ali, era o único lugar que eu queria estar!

Passaram-se os anos. Alessandro melhora aos poucos e agora já caminha novamente; e eu, através de Maria, vou andando até Jesus. Certamente, foi uma grande graça que o Senhor nos deu e confio Nele porque estou segura de que ele ainda fará muitos progressos.

Susanna Turillazzi

Matéria original: http://medjugorjetuttiigiorni.blogspot.com.br/2017/03/alessandro-era-in-stato-vegetativo-e-i.html

 
 

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