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A grave queimadura de Vicka e sua alegria no sofrimento.
Postado em 23/06/2018, às 12:25:37
 
Uma história incrível e quase inacreditável que aconteceu com a vidente Vicka, em sua casa, e relatada pela Irmã Elvira, fundadora da Comunidade Cenáculo e gravada por amigos de Ancona/Itália.

Para aqueles que não sabem, a irmã Elvira é a fundadora da comunidade Cenácolo para a recuperação de tóxico-dependentes, e que tem casa em Medjugorje e a Vicka a tem como uma grande amiga.

"Era 26 de abril, uma terça-feira [em 1988]. Na cozinha da casa de Vicka, a mãe de Vicka tinha deixado, dentro do forno, uma panela de óleo; a irmã de Vicka, sem saber de nada, acendeu o forno que pouco depois saía muita fumaça. Cerca de 13h, a mãe de Vicka retorna, abre o forno, pega água e lança-a, que pega fogo. As chamas invadem a casa, queimando as cortinas. Vicka, que falava com os peregrinos na escada, corre para dentro e, vendo os sobrinhos na fumaça, entra no meio das chamas e os tira de lá.

Vicka queimou todo o rosto e uma mão, e sua mãe se queimou um pouco menos. Enquanto eu as levava para o hospital em Mostar, Vicka cantava: “Maria… Maria…” e a sua mãe falava: “Está maluca?! Como pode cantar?”. Também os médicos, em Mostar, os quais não sabiam o que fazer quando viram Vicka queimada, mas sorridente e cantando, comentaram: “Esta garota é maluca!”

Quando eu velava, em seu leito de dor, depois do seu retorno à casa, Vicka me dizia: “Elvira, é fácil cantar quando se está bem, mas é muito mais belo cantar quando se sofre”. Naquele dia, fui tocada pela força da fé daquela garota que sofria dores atrozes. Vicka jamais se lamentou. Eu estive a seu lado, por 8 dias, e vi tanta alegria nela, mesmo entre tantos sofrimentos… É a força que nasce do amor; verdadeiramente, a morte é engolida pelo amor.

Praticamente, o rosto de Vicka tornou-se negro como carvão, os olhos quase não se viam mais, mas ficavam como dois pontinhos luminosos e cheios de luz, cheios de sorriso; tinha os lábios inchados. Vicka tornou-se irreconhecível. Todavia, nunca se lamentou. Nunca! Estava contente de poder oferecer a Deus algo. Ela me dizia: “É Deus quem quer assim, e basta!”. E eu lhe dizia: “Mas, por que logo a ti? Por que logo nestes dias, quando temos coisas para fazer contigo? Por que tão grave?” Mas, ela me repetia: “Elvira, não importa. Se Deus quis assim, está bem assim. O porquê não pergunto nunca ao Senhor, porque Ele sabe o que é o melhor para mim.”

Foi um sofrimento aceito por amor.

Não parava de chegar gente querendo vê-la. Eu dizia a mim mesma: 'Vicka não quer ser vista assim porque aparece como um monstro”. Ela, toda coberta de ataduras, corria e atendia as pessoas. Uma garota de 23 anos que sabe superar assim…

Vicka me confidenciou que naquele dia, no momento da aparição, não poôe ajoelhar-se, porque estava de cama. Então, Nossa Senhora apareceu, sentou-se do lado da cama e colocou uma mão sobre a sua cabeça e a acariciou. Naquele dia, Nossa Senhora e Vicka não se falaram: apenas se olharam nos olhos… Foi a única aparição daqueles sete anos [1981-1988], no qual não houve diálogo. Praticamente, penso que até Nossa Senhora não sabia porque Deus tinha enviado isto. Penso que a vontade de Deus, algumas vezes, é escondida até mesmo de Nossa Senhora.

Eu deduzo – continua Irmã Elvira – que pela mensagem de Nossa Senhora, recebida pela vidente Maria Pavlovic: “Deus me permitiu…” e “Deus me concedeu…”, Maria continua a vir ate nós e pede ao Pai para descer todos os dias sobre a terra porque quer que nós nos convençamos de Seu imenso amor, mas sobretudo do imenso amor de Deus por nós.

Se soubéssemos o quanto Deus Pai nos ama, choraríamos de alegria e, praticamente, seríamos santos.

Nós vimos esta beatitude em Vicka, mesmo entre tantas tribulações. Sim, a veracidade desta garota aparece exatamente no momento da cruz, no momento da prova."
 

 
 

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